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Pistis Sophia Comentada

PISTIS SOPHIA COMENTADA 2ED ,

PISTIS SOPHIA é uma coletânea de manuscritos que faz parte do Código Askew (MS5114) adquiridos pelo Museu Britânico em 1772. Recebeu essa denominação porque seu anterior proprietário chamava-se Anthony Askew, um médico londrino que gostava de colecionar manuscritos antigos. Esses manuscritos tornaram-se disponíveis aos estudiosos há quase dois séculos.

O filólogo C. G. Woide foi o primeiro especialista a estudar esse manuscrito por indicação do próprio Askew e teria sido ele a ter dado o nome de PISTIS SOPHIA ao conjunto. Mas a primeira iniciativa de traduzir e publicar esses manuscritos foi empreendida em 1848 por M. G. Schwartze, enviado a Londres pela Real Academia Prussiana de Ciências.

Schwartze traduziu o manuscrito para o latim, preservando em sua versão todas as palavras gregas existentes no original copta. Porém não chegou a publicar diretamente seu trabalho, cargo esse assumido posteriormente por J. H. Petermann, devido ao falecimento de Schwartze. A edição de Schwartze contém uma cópia do texto copta e uma tradução para o latim; até hoje é considerado um trabalho extraordinário que tem resistido à prova do tempo.

Na sequência, apareceu na França uma tradução anônima, que figura no Diccionnaire des Apocryphes de J. P. Migne (Paris 1856); soube-se depois que esse trabalho foi realizado de forma muito liberal a partir do texto de Schwartze. Em seguida, em 1895, é publicada na França a primeira tradução direta do copta para um idioma moderno, trabalho esse conduzido pelo Professor E. Amélineau.

Em 1896 George R. S. Mead, secretário de Helena Petrovna Blavatsky em Londres, publica em inglês a primeira edição de PISTIS SOPHIA feita a partir da versão latina de Schwartze, a qual, depois, foi radicalmente revisada,
tornando-se praticamente uma nova edição e (re)publicada em 1921, a qual tem sido utilizada como fonte para inúmeras traduções de PISTIS SOPHIA no Brasil e nos países de fala espanhola, incluindo a edição original comentada por Samael Aun Weor até o início do capítulo 91. Mas a que é considerada pelos acadêmicos como a melhor tradução de PISTIS SOPHIA foi realizada pelo Professor Carl Schmidt, em 1905, a qual teve uma segunda edição em 1925 e que até hoje tem servido de base para muitas outras traduções em diversos idiomas.

Em 1924 é lançada em Londres uma tradução literal do copta para o inglês, trabalho esse realizado pelo professor George William Horner, publicado pela Society for Promoting Christian Knowledge, denominada PISTIS SOPHIA Literally Translated from the Coptic.

Depois então nenhuma outra grande tradução foi realizada, até que em 1978 foi publicado o trabalho de Violet Macdermot, Professora do Departamento de Egiptologia da Universidade de Londres. Sua tradução foi realizada diretamente do copta para o inglês, mas seguindo o trabalho, a ordenação e a disposição geral realizadas por Carl Schmidt.

Por fim, em 2007 é publicado em Madri, Espanha, pela editora Trotta, o trabalho do Professor Francisco García Bazán, diretor do Centro de Investigações em Filosofia e História das Religiões da Universidade Argentina J. F. Kennedy, que, igualmente, seguiu o trabalho de edição, ordenação e disposição realizado por Carl Schmidt e Violet Macdermot.

Este volume que o leitor tem em mãos no momento, portanto, é uma tradução compilada que sintetiza todas as fontes e obras anteriormente mencionadas aqui, as quais foram minuciosamente estudadas e pesquisadas por este tradutor ao longo de dezoito meses. Por via das dúvidas, queremos deixar claro que para a realização deste trabalho aqui apresentado, não nos valemos nem cotejamos nenhuma outra tradução anteriormente publicada no Brasil ou em países de fala espanhola, exceto, como mencionado, a tradução de 2007 do Professor Francisco García Bazán.

Nesse contexto cumpre-nos salientar que todo tradutor é um escolhedor de palavras, e certamente poderíamos ter escolhido miríades de outras palavras que não as que registramos neste volume. Mas se escolhemos as que aqui o leitor encontra, isso se deveu a que todas elas representavam, a nosso ver, a melhor opção para expressar em nosso idioma o conteúdo de PISTIS SOPHIA. E sempre que julgávamos estar sendo imprecisos na escolha das palavras, ou querendo ser ainda mais exatos, optamos por transliterar do grego e/ou do latim a palavra ou frase das obras anteriormente mencionadas, mas devidamente cotejada com o original copta.

Sabemos que isso, para alguns, é um inconveniente, mas, para outros, uma grande ajuda para o exato entendimento do texto. Apenas queremos alertar que nem todas as transcrições de palavras e expressões desses idiomas que fizemos aqui foram modificadas para o nominativo singular (como é praxe fazer constar nos dicionários). Muitas vezes optamos por manter como elas aparecem no contexto original.

Em um papiro de Nag Hammadi há um texto onde Jesus responde a uma solicitação de seus discípulos: “Diga-nos claramente como eles desceram do Invisível e do Imortal para o mundo que morre?” Então o perfeito Salvador disse: “O Filho do Homem entendeu-se com Sophia, sua consorte (syzygia), e revelou uma grande luz andrógina. Seu nome masculino é denominado ‘Salvador e progenitor de todas as coisas’ e seu nome feminino é designado como ‘Progenitora Sophia’.”

R$45,00

PISTIS SOPHIA é uma coletânea de manuscritos que faz parte do Código Askew (MS5114) adquiridos pelo Museu Britânico em 1772. Recebeu essa denominação porque seu anterior proprietário chamava-se Anthony Askew, um médico londrino que gostava de colecionar manuscritos antigos. Esses manuscritos tornaram-se disponíveis aos estudiosos há quase dois séculos.

O filólogo C. G. Woide foi o primeiro especialista a estudar esse manuscrito por indicação do próprio Askew e teria sido ele a ter dado o nome de PISTIS SOPHIA ao conjunto. Mas a primeira iniciativa de traduzir e publicar esses manuscritos foi empreendida em 1848 por M. G. Schwartze, enviado a Londres pela Real Academia Prussiana de Ciências.

Schwartze traduziu o manuscrito para o latim, preservando em sua versão todas as palavras gregas existentes no original copta. Porém não chegou a publicar diretamente seu trabalho, cargo esse assumido posteriormente por J. H. Petermann, devido ao falecimento de Schwartze. A edição de Schwartze contém uma cópia do texto copta e uma tradução para o latim; até hoje é considerado um trabalho extraordinário que tem resistido à prova do tempo.

Na sequência, apareceu na França uma tradução anônima, que figura no Diccionnaire des Apocryphes de J. P. Migne (Paris 1856); soube-se depois que esse trabalho foi realizado de forma muito liberal a partir do texto de Schwartze. Em seguida, em 1895, é publicada na França a primeira tradução direta do copta para um idioma moderno, trabalho esse conduzido pelo Professor E. Amélineau.

Em 1896 George R. S. Mead, secretário de Helena Petrovna Blavatsky em Londres, publica em inglês a primeira edição de PISTIS SOPHIA feita a partir da versão latina de Schwartze, a qual, depois, foi radicalmente revisada,
tornando-se praticamente uma nova edição e (re)publicada em 1921, a qual tem sido utilizada como fonte para inúmeras traduções de PISTIS SOPHIA no Brasil e nos países de fala espanhola, incluindo a edição original comentada por Samael Aun Weor até o início do capítulo 91. Mas a que é considerada pelos acadêmicos como a melhor tradução de PISTIS SOPHIA foi realizada pelo Professor Carl Schmidt, em 1905, a qual teve uma segunda edição em 1925 e que até hoje tem servido de base para muitas outras traduções em diversos idiomas.

Em 1924 é lançada em Londres uma tradução literal do copta para o inglês, trabalho esse realizado pelo professor George William Horner, publicado pela Society for Promoting Christian Knowledge, denominada PISTIS SOPHIA Literally Translated from the Coptic.

Depois então nenhuma outra grande tradução foi realizada, até que em 1978 foi publicado o trabalho de Violet Macdermot, Professora do Departamento de Egiptologia da Universidade de Londres. Sua tradução foi realizada diretamente do copta para o inglês, mas seguindo o trabalho, a ordenação e a disposição geral realizadas por Carl Schmidt.

Por fim, em 2007 é publicado em Madri, Espanha, pela editora Trotta, o trabalho do Professor Francisco García Bazán, diretor do Centro de Investigações em Filosofia e História das Religiões da Universidade Argentina J. F. Kennedy, que, igualmente, seguiu o trabalho de edição, ordenação e disposição realizado por Carl Schmidt e Violet Macdermot.

Este volume que o leitor tem em mãos no momento, portanto, é uma tradução compilada que sintetiza todas as fontes e obras anteriormente mencionadas aqui, as quais foram minuciosamente estudadas e pesquisadas por este tradutor ao longo de dezoito meses. Por via das dúvidas, queremos deixar claro que para a realização deste trabalho aqui apresentado, não nos valemos nem cotejamos nenhuma outra tradução anteriormente publicada no Brasil ou em países de fala espanhola, exceto, como mencionado, a tradução de 2007 do Professor Francisco García Bazán.

Nesse contexto cumpre-nos salientar que todo tradutor é um escolhedor de palavras, e certamente poderíamos ter escolhido miríades de outras palavras que não as que registramos neste volume. Mas se escolhemos as que aqui o leitor encontra, isso se deveu a que todas elas representavam, a nosso ver, a melhor opção para expressar em nosso idioma o conteúdo de PISTIS SOPHIA. E sempre que julgávamos estar sendo imprecisos na escolha das palavras, ou querendo ser ainda mais exatos, optamos por transliterar do grego e/ou do latim a palavra ou frase das obras anteriormente mencionadas, mas devidamente cotejada com o original copta.

Sabemos que isso, para alguns, é um inconveniente, mas, para outros, uma grande ajuda para o exato entendimento do texto. Apenas queremos alertar que nem todas as transcrições de palavras e expressões desses idiomas que fizemos aqui foram modificadas para o nominativo singular (como é praxe fazer constar nos dicionários). Muitas vezes optamos por manter como elas aparecem no contexto original.

Em um papiro de Nag Hammadi há um texto onde Jesus responde a uma solicitação de seus discípulos: “Diga-nos claramente como eles desceram do Invisível e do Imortal para o mundo que morre?” Então o perfeito Salvador disse: “O Filho do Homem entendeu-se com Sophia, sua consorte (syzygia), e revelou uma grande luz andrógina. Seu nome masculino é denominado ‘Salvador e progenitor de todas as coisas’ e seu nome feminino é designado como ‘Progenitora Sophia’.”

Peso 0.7000000 kg
Dimensões 22.50000000 x 15.50000000 x 4.70000000 cm
Edição

Ano de lançamento

2013

Número de páginas

500 pág.

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